Paciente simulado por IA para o ensino médico
Estações de conversa clínica com pacientes simulados por IA, em chat e voz em tempo real. Anamnese, comunicação de más notícias e adesão ao tratamento, com avaliação por competências e evidência documentada por estudante.
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Risco para pacientes reais durante a prática
24/7
Prática de anamnese sem depender de agenda de ator ou professor
100%
Sessões documentadas com transcrição e nota por critério
Minutos
Para criar ou ajustar uma estação com o assistente de IA
50+
Medalhas de gamificação para engajar as turmas
23
Idiomas, do português ao inglês médico
Os desafios reais
O que trava o treinamento hoje
O que ouvimos de gestores de treinamento em conversas reais. Sem floreio.
Paciente-ator é caro e não escala
Recrutar, treinar e agendar atores para paciente simulado consome orçamento e limita a prática a poucas sessões por semestre. O resultado é que cada estudante conversa com um paciente simulado poucas vezes ao longo do curso inteiro. No Roleplays, a mesma estação roda para a turma toda, no mesmo dia, sem custo por sessão adicional.
O aluno chega ao internato sem ter conversado o suficiente
Anos de teoria, atlas e prova de múltipla escolha, e então a primeira anamnese de verdade acontece com um paciente real na frente do preceptor. A conversa clínica é uma habilidade motora como qualquer outra: sem repetição, não vira reflexo. Com pacientes de IA, o estudante acumula dezenas de anamneses antes de encostar num paciente de verdade.
Avaliação de habilidades de comunicação é subjetiva
O mesmo desempenho recebe notas diferentes dependendo de qual examinador está na estação. No Roleplays, os critérios são fixados antes da sessão começar e cada nota vem com a citação da transcrição que a justifica. O professor revisa a evidência em vez de depender da memória do corredor do OSCE.
Feedback chega tarde ou não chega
Um docente não tem braço para observar e devolver feedback individual de dezenas de conversas por semana. Na plataforma, cada sessão devolve nota por critério e feedback específico na hora, e o docente foca o tempo dele nos casos que a IA sinalizou como críticos.
Montar um OSCE é uma operação logística
Salas, atores, examinadores, rodízio, checklist impresso. O exame roda uma ou duas vezes por ano porque custa caro rodar mais. A versão simulada por IA não substitui o exame presencial, mas permite que o estudante pratique o formato da estação quantas vezes quiser antes do dia oficial.
Más notícias se aprende no slide e se pratica na vida real
Protocolos como SPIKES são ensinados em aula expositiva e praticados raramente, porque o cenário é emocionalmente difícil de encenar entre colegas. A persona de IA sustenta a emoção do paciente (medo, choro, negação, raiva) sem constrangimento entre pares, e o estudante repete a conversa até conduzi-la com segurança.
Documentação pedagógica é manual
NDE, CPA e avaliações institucionais pedem evidência de que a competência de comunicação foi ensinada e avaliada. Listas de presença e checklists de papel não contam essa história. Cada sessão no Roleplays gera registro com data e hora, transcrição, critérios e notas, exportável por estudante, turma ou período.
Em turmas grandes, a prática é desigual
Na dinâmica em grupo, quem encena é sempre o mesmo aluno voluntário, e o resto assiste. Com estações individuais por IA, cada estudante conduz a própria conversa, no próprio ritmo, e o painel mostra à coordenação exatamente quem praticou e quem está evitando.
Como o Roleplays resolve
Pra cada dor, uma resposta concreta
Funcionalidades específicas para o seu segmento, mapeadas para cada dor acima.
Pacientes simulados configuráveis
Idade, queixa principal, história pregressa, personalidade, escolaridade e estado emocional. O paciente de IA improvisa dentro do caso clínico definido pelo docente: esconde informação até ser perguntado, muda de humor conforme a condução e usa linguagem leiga que obriga o estudante a traduzir o jargão.
Estações estilo OSCE com rubrica própria
O checklist da sua instituição vira uma rubrica ponderada na plataforma. Critérios são fixados quando a estação começa, cada um recebe nota de 0 a 100 com citação da transcrição como evidência, e critérios marcados como críticos podem reprovar a estação sozinhos.
Protocolos de comunicação como critérios
SPIKES para más notícias, Calgary-Cambridge para a consulta, ou o protocolo próprio da sua disciplina. Cada etapa do protocolo vira um critério avaliável: o estudante vê exatamente em qual passo da conversa perdeu ponto e por quê.
Voz em tempo real, não só texto
A anamnese de verdade acontece falando. Nas estações por voz, tom, ritmo e hesitação também são avaliados, e a persona reage ao jeito que o estudante fala, não só ao conteúdo. Muletas de fala e linguagem hesitante são medidas por sessão.
Trilha adaptativa por competência
Estudante foi mal em escuta ativa? A plataforma gera automaticamente uma nova estação focada exatamente nessa lacuna. A remediação é individual, sem fazer a turma inteira repetir o que já domina.
Painel por turma e por estudante
Coordenação e docentes acompanham séries temporais por competência, comparam turmas e períodos e identificam quem precisa de atenção. Cada número é clicável até a transcrição que o originou.
Programas por semestre
Combine conteúdo teórico, estações práticas e validação do preceptor numa jornada reutilizável por período letivo. Monte uma vez, aplique em todas as turmas seguintes com os mesmos critérios.
Gamificação entre turmas
Medalhas, níveis e desafios configuráveis pela instituição. Prática de conversa clínica vira hábito semanal em vez de véspera de prova.
Multi-idioma para inglês médico e intercâmbio
A mesma estação roda em português e em inglês, com métricas comparáveis. Útil para disciplinas de inglês médico, programas de intercâmbio e instituições com dupla titulação.
Isolamento de dados por instituição
Banco de dados isolado, SSO corporativo (SAML 2.0 e OIDC) para integrar com o login institucional, e integração via xAPI com o LMS ou AVA que a instituição já usa.
Veja uma sessão real
Uma conversa.
Uma rubrica.
Um exemplo de roleplay nesse contexto. Cada mensagem é avaliada contra os critérios do framework de competências do seu tenant.
Cenário
Estação de comunicação de más notícias. O estudante do internato precisa comunicar o resultado de uma biópsia com achado maligno, seguindo o protocolo SPIKES. O paciente veio sozinho, está ansioso e tem baixa escolaridade em saúde.
Critérios da rubrica
Antônio Ferreira
Paciente, 62 anos, consulta de retorno para resultado de biópsia
Diretrizes & avaliação
Alinhado a como o ensino médico já avalia
Do checklist do OSCE às DCNs: a plataforma se adapta ao framework de avaliação da sua instituição, não o contrário.
DCN de Medicina
As Diretrizes Curriculares Nacionais exigem formação em comunicação e relação médico-paciente ao longo de todo o curso. As estações do Roleplays transformam essa exigência em prática deliberada e documentada, com critérios objetivos definidos pelo próprio corpo docente.
OSCE
A metodologia de exame clínico objetivo estruturado organiza a avaliação em estações com checklist. No Roleplays, cada checklist vira uma rubrica ponderada, fixada no início da sessão, com nota por critério e citação da transcrição como evidência. A estação roda quantas vezes o estudante precisar, antes do exame presencial.
Revalida / provas práticas
A segunda etapa do Revalida e as provas práticas de residência usam estações com pacientes simulados. Instituições e cursos preparatórios montam bancos de estações no Roleplays para o candidato praticar o formato exato da prova, com feedback imediato a cada tentativa.
LGPD
Dados de estudantes em banco isolado por instituição, criptografia em trânsito e em repouso, e retenção configurável. As simulações usam personas de pacientes fictícias geradas por IA: nenhum dado real de paciente entra na plataforma.
FAQ
Perguntas frequentes
Perguntas que surgem em quase toda primeira conversa.
Dá pra transformar nosso checklist de OSCE em critérios da plataforma?
O paciente simulado por IA substitui o paciente-ator?
A avaliação por IA é confiável para habilidades de comunicação?
Para quais disciplinas e momentos do curso serve?
Os estudantes podem praticar fora do campus?
Como a coordenação acompanha o uso e os resultados?
Como fica a LGPD com dados de estudantes?
Quanto tempo leva para implantar numa faculdade?
Qual o modelo comercial para instituições de ensino?
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